Decidi, depois de ver um dos vídeos recentes do Hank Green, participar do BEDA (Blog Every Day April), que é basicamente um incentivo para fazer uma postagem por dia durante todo o mês de abril.
Parece fácil, mas sei que vai ser difícil decidir sobre o que falar no final do mês.
Por enquanto, eu tenho assunto, e hoje escolhi algo especial.
Todos nós temos aquelas perguntinhas que odiamos, certo? Resolvi fazer uma seleção daquelas que eu detesto ter que responder e que só de ouvir já me dá refluxo.
1. "Por que você não come carne?"
Ouço essa há dois anos, desde que parei de comer carne vermelha. Pretendo parar de comer carne branca também, mas infelizmente ainda é muito caro e complicado levar uma vida completamente vegetariana no Brasil. E eis o motivo dessa pergunta me dar raiva: eu sou livre para fazer as escolhas que eu quiser. Vejo várias pessoas comentando que não comem jiló ou beterraba e ninguém as questiona. Não preciso explicar por que não quero, por que não gosto, por que não como. Já ouvi essa pergunta demais, e a resposta padrão é: "quero diminuir o número de mortes pelas quais sou responsável"
2. "Você é filha de Adivany?"
Para quem não sabe, Adivany é a minha mãe, e por mais que eu tenha o maior orgulho de ser filha dela, é muuuuito chato ter que responder essa pergunta. Geralmente leva a comentários do tipo "estudei com ela" e eu sou péssima em dar falsos sorrisos... Mas é tudo culpa da nossa semelhança física.
3. "O que é isso branco no seu dente?"
Eu tenho manchas brancas nos meus dois dentes da frente desde que eles nasceram. Quando eles estavam em processo de formação, aconteceu uma falha no esmalte (que é o nome do que dá a cor aos dentes) e eles ficaram com essas manchas. Eu gosto delas, não vejo problema algum em tê-las, mas eu ouço essa pergunta há quase dez anos, e odeio.
4. "Por que você não usa maquiagem?"
Tudo bem que a minha razão para odiar essa perguntar tem a ver com a pergunta número um, mas dá vontade de arrancar meus cabelos quando ouço essa. Sinceramente, eu não me sinto bonita usando maquiagem. A não ser que seja para uma fantasia ou só um toque de batom ou gloss, eu dispenso. Por mais que ninguém possa me obrigar a usar maquiagem, quando me fazem essa pergunta parecem querer que eu faça algo que eu não gosto, e eu me sinto bem "oprimida". Essa pergunta mostra bem como diferir do que é considerado normalidade é, na maior parte das vezes, complicado.
5. "O que você está fazendo aqui?"
Tudo bem, eu confesso, não odeio essa pergunta. Na verdade, até gosto dela. Normalmente, quando me fazem essa pergunta querem me perguntar por que eu estou em um lugar que é tão diferente de mim, e não vejo nada de errado nisso. O problema é que eu gostaria de ter a resposta para essa pergunta, mas não tenho, e isso me deixa um pouco triste. Quem é que não gostaria de saber o que está fazendo numa cidade pequena?
segunda-feira, 1 de abril de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Katherines, David Levithan e meninos se beijando
(Tem tanto tempo que não escrevo aqui, nossa...)
Hoje, olhando meu perfil no skoob, encontrei uma resenha de "The Lover's Dictionary", do David Levithan, que eu nem sabia que tinha escrito, e decidi compartilhar aqui, porque queria falar do David mesmo, então...
Levithan é assim: mágico, lindo, inovador.
Através de situações simples e de uma narrativa incomum, ele conta a história de um amor, com todos os seus pontos altos e baixos.
Como ele mesmo diz, não existem palavras o suficiente para descrever o amor, seria como escrever um dicionário da vida.
Uma das melhores partes do livro é quando ela conta "o que ele não quer saber", porque capítulo sim, capítulo não, você é lembrado daquele momento em que a história muda, e não é assim com a vida real? Com os momentos ruins?
E David, incrível como é, consegue transformar duas pessoas sem nome e sem características em uma das histórias de amor mais realistas e mágicas dos últimos tempos.
"love, n.
I'm not going to even try."
Pois é. Essas foram minhas palavras depois de ler esse livro mais do que perfeito. Mas essa postagem é para falarmos de um livro dele que ainda nem foi lançado e já promete: Two Boys Kissing (Dois Meninos Se Beijando, em tradução livre), que conta a história de dois amigos que decidem tentar quebrar o recorde de beijo mais longo. A capa (pasmem!) tem a foto de dois meninos envolvidos em um beijo, mas a história da capa é que é interessante.
Acontece que a foto da capa foi tirada por um fã do Levithan, com quem ele conversou por facebook e pediu para tirar a foto. Lógico que o garoto (que está no último ano do colégio) recebeu pela foto, mas imagina a emoção de participar de um projeto do ídolo!
A própria história do livro é baseada numa história de fã. Dois meninos de New Jersey, nos EUA, bateram o recorde em 2010, beijando por 33 horas seguidas (só por curiosidade, o recorde atual são 50 horas).
Adorei essa iniciativa do David de incluir mais os fãs. Acho o máximo quando os autores fazem isso, e o relacionamento deixa de ser unilateral hehe.
Outro tópico que eu quero discutir é o lançamento de O Teorema Katherine, do John Green, pela Intrínseca. Não li o livro ainda, mas posso garantir que é bom, então corre e compra o seu. Se não pelo recheio, pela capa linda. <3
Hoje, olhando meu perfil no skoob, encontrei uma resenha de "The Lover's Dictionary", do David Levithan, que eu nem sabia que tinha escrito, e decidi compartilhar aqui, porque queria falar do David mesmo, então...
Levithan é assim: mágico, lindo, inovador.
Através de situações simples e de uma narrativa incomum, ele conta a história de um amor, com todos os seus pontos altos e baixos.
Como ele mesmo diz, não existem palavras o suficiente para descrever o amor, seria como escrever um dicionário da vida.
Uma das melhores partes do livro é quando ela conta "o que ele não quer saber", porque capítulo sim, capítulo não, você é lembrado daquele momento em que a história muda, e não é assim com a vida real? Com os momentos ruins?
E David, incrível como é, consegue transformar duas pessoas sem nome e sem características em uma das histórias de amor mais realistas e mágicas dos últimos tempos.
"love, n.
I'm not going to even try."
Pois é. Essas foram minhas palavras depois de ler esse livro mais do que perfeito. Mas essa postagem é para falarmos de um livro dele que ainda nem foi lançado e já promete: Two Boys Kissing (Dois Meninos Se Beijando, em tradução livre), que conta a história de dois amigos que decidem tentar quebrar o recorde de beijo mais longo. A capa (pasmem!) tem a foto de dois meninos envolvidos em um beijo, mas a história da capa é que é interessante.
Acontece que a foto da capa foi tirada por um fã do Levithan, com quem ele conversou por facebook e pediu para tirar a foto. Lógico que o garoto (que está no último ano do colégio) recebeu pela foto, mas imagina a emoção de participar de um projeto do ídolo!
A própria história do livro é baseada numa história de fã. Dois meninos de New Jersey, nos EUA, bateram o recorde em 2010, beijando por 33 horas seguidas (só por curiosidade, o recorde atual são 50 horas).
Adorei essa iniciativa do David de incluir mais os fãs. Acho o máximo quando os autores fazem isso, e o relacionamento deixa de ser unilateral hehe.
Outro tópico que eu quero discutir é o lançamento de O Teorema Katherine, do John Green, pela Intrínseca. Não li o livro ainda, mas posso garantir que é bom, então corre e compra o seu. Se não pelo recheio, pela capa linda. <3
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Pernas Cruzadas
Eu vi a Estátua da Liberdade estampada em suas calças
O alargador na orelha, gravidade
me puxou para baixo e me deprimi
Eu vi o Rio Hudson nas ondas de seus cabelos
Os olhares de encontraram
Não sabia o que fazer mas sobrevivi
Eu vi a poluição da Grande Maçã adornando seus olhos
Não tenho certeza se quero sexo ou te assassinar
Mas numa noite cinzenta na baía de minha solidão
Eu quis, eu quero, te amar.
O alargador na orelha, gravidade
me puxou para baixo e me deprimi
Eu vi o Rio Hudson nas ondas de seus cabelos
Os olhares de encontraram
Não sabia o que fazer mas sobrevivi
Eu vi a poluição da Grande Maçã adornando seus olhos
Não tenho certeza se quero sexo ou te assassinar
Mas numa noite cinzenta na baía de minha solidão
Eu quis, eu quero, te amar.
Ariel Carvalho.
Nota: Essa é em homenagem a uma pessoa muito bonita que cruzou meu caminho ontem. A parte do assassinato diz respeito a um estudo que diz que quem faz contato visual por mais de seis segundos quer fazer sexo ou matar a outra pessoa.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
"Um dia, você será velho o suficiente para começar a ler contos de fada outra vez."
Imagine se, depois de perder um de seus pais e estar passando por uma situação difícil, você tivesse a chance de visitar um mundo de contos de fada, entrando em um livro que você costumava ler quando era mais novo.
É exatamente isso que acontece com Alex e Conner Wishington, do livro The Land Of Stories, do Chris Colfer, que mal foi lançado e já entrou na lista de best-sellers do New York Times.
A princípio, pensei em não escrever sobre ele por aqui, porque achei que seria muito suspeita para falar de algo referente a um ídolo meu. Mas depois pensei melhor e, bem, se o livro fosse ruim, mesmo sendo o Chris Colfer, eu odiaria.
A história narra as aventuras dos gêmeos dentro do livro, enquanto eles procuram todos os itens necessários para fazer uma espécie de poção que os permitirá voltar para casa e para sua mãe.
Mesmo enfrentando o Lobo Mau e quase virando escravos de trolls e goblins, eles descobrem um segredo sobre suas próprias vidas que fará com que eles vejam o mundo dos contos de fada de uma forma completamente diferente.
Chorei e ri ao mesmo tempo quando terminei de lê-lo. Uma dica para quem decidir embarcar com os gêmeos é ouvir o audiobook, porque as vozes do Chris (sim, foi ele próprio que fez o audiobook) fazem com que a história sejam ainda mais emocionante, divertida e triste.
Li a última frase com a consciência de que não era a última vez que via aqueles personagens, e isso me deixou feliz. Acho que quando uma história é mágica, você nunca quer dizer adeus, não é?
Ah, e a frase do título é do C.S. Lewis, o autor de "As Crônicas de Nárnia" e a frase que inicia o livro do Chris.
É exatamente isso que acontece com Alex e Conner Wishington, do livro The Land Of Stories, do Chris Colfer, que mal foi lançado e já entrou na lista de best-sellers do New York Times.
Foto do site oficial.
A princípio, pensei em não escrever sobre ele por aqui, porque achei que seria muito suspeita para falar de algo referente a um ídolo meu. Mas depois pensei melhor e, bem, se o livro fosse ruim, mesmo sendo o Chris Colfer, eu odiaria.
A história narra as aventuras dos gêmeos dentro do livro, enquanto eles procuram todos os itens necessários para fazer uma espécie de poção que os permitirá voltar para casa e para sua mãe.
Mesmo enfrentando o Lobo Mau e quase virando escravos de trolls e goblins, eles descobrem um segredo sobre suas próprias vidas que fará com que eles vejam o mundo dos contos de fada de uma forma completamente diferente.
Chorei e ri ao mesmo tempo quando terminei de lê-lo. Uma dica para quem decidir embarcar com os gêmeos é ouvir o audiobook, porque as vozes do Chris (sim, foi ele próprio que fez o audiobook) fazem com que a história sejam ainda mais emocionante, divertida e triste.
Li a última frase com a consciência de que não era a última vez que via aqueles personagens, e isso me deixou feliz. Acho que quando uma história é mágica, você nunca quer dizer adeus, não é?
Ah, e a frase do título é do C.S. Lewis, o autor de "As Crônicas de Nárnia" e a frase que inicia o livro do Chris.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Conversa de banheiro
Sou louca por J.D. Salinger. Li "The Catcher In The Rye" pela primeira vez em 2009, e desde o último ponto final da história de Holden eu passei a amar o autor.
Bom, um belo dia estava passeando pela Livraria da Travessa e vi um de seus livros, chamado "Franny & Zooey", que decidi logo comprar. Finalmente consegui lê-lo (vida de vestibulando é corrida) e não me decepcionei.
O livro conta a história de dois dos sete (!!) irmãos Glass, a jovem Franny e o irmão cinco anos mais velho, apelidado de Zooey (o nome verdadeiro é Zachary). Os dois fazem parte dessa família de sobrenome peculiar, que era protagonista de várias histórias de Salinger, publicadas nos jornais nova-iorquinos.
Dividido em duas partes, começa contando um rápido episódio na vida de Franny, que tem sequência na parte de Zooey e que, apesar de parecer banal, é o que move a história inteira.
Acredito que o livro possa ser lido de duas formas: como uma leitura boba e fácil ou com um olhar mais crítico, mais reflexivo, mais introspectivo, digamos assim.
Na parte "técnica", acho J.D. genial, porque ele não descreve absurdamente os sentimentos dos personagens, mas narra brilhantemente suas ações, de um modo que faz com que você seja capaz de deduzir, às vezes apenas por um gesto, o que certo personagem estava pensando e sentindo.
Uma personagem da qual gostei muito foi Bessie, a mãe dos meninos, por ser tão maternal, tão parecida com as mães que fazem parte da minha vida (principalmente minha avó. Hehe).
Odeio "spoilar" os livros e prefiro deixar que vocês descubram por si mesmos tudo o que essa história tem a oferecer, então vou deixá-los com a frase do livro que é provavelmente a minha favorita e desejar uma ótima leitura!
"Existem coisas boas no mundo - e eu quero dizer coisas boas. Nós somos idiotas por ficarmos tão distraídos."
Bom, um belo dia estava passeando pela Livraria da Travessa e vi um de seus livros, chamado "Franny & Zooey", que decidi logo comprar. Finalmente consegui lê-lo (vida de vestibulando é corrida) e não me decepcionei.
O livro conta a história de dois dos sete (!!) irmãos Glass, a jovem Franny e o irmão cinco anos mais velho, apelidado de Zooey (o nome verdadeiro é Zachary). Os dois fazem parte dessa família de sobrenome peculiar, que era protagonista de várias histórias de Salinger, publicadas nos jornais nova-iorquinos.
Dividido em duas partes, começa contando um rápido episódio na vida de Franny, que tem sequência na parte de Zooey e que, apesar de parecer banal, é o que move a história inteira.
Acredito que o livro possa ser lido de duas formas: como uma leitura boba e fácil ou com um olhar mais crítico, mais reflexivo, mais introspectivo, digamos assim.
Na parte "técnica", acho J.D. genial, porque ele não descreve absurdamente os sentimentos dos personagens, mas narra brilhantemente suas ações, de um modo que faz com que você seja capaz de deduzir, às vezes apenas por um gesto, o que certo personagem estava pensando e sentindo.
Uma personagem da qual gostei muito foi Bessie, a mãe dos meninos, por ser tão maternal, tão parecida com as mães que fazem parte da minha vida (principalmente minha avó. Hehe).
Odeio "spoilar" os livros e prefiro deixar que vocês descubram por si mesmos tudo o que essa história tem a oferecer, então vou deixá-los com a frase do livro que é provavelmente a minha favorita e desejar uma ótima leitura!
"Existem coisas boas no mundo - e eu quero dizer coisas boas. Nós somos idiotas por ficarmos tão distraídos."
terça-feira, 10 de julho de 2012
A efemeridade da memória
Começa com um rosto, ou uma data, ou até mesmo um pedido que costumava fazer em uma lanchonete. Se transforma em algo maior, aos poucos, imperceptivelmente.
Qual era mesmo o nome daquela menina que estudava comigo no Fundamental?
A mente esquece, apaga, porque não há a necessidade de lembrar, é efêmero, passa.
Então você se vê perdido, não se lembra como chegar na casa em que morou quando era criança. Nem sabe se o lugar onde você está é o mesmo em que morava.
Aos poucos, fatos aleatórios vêm, sabe-se lá de onde, e você conta a mesma história que contava há dias, semanas, mas algo nela está errado, trocado, não é exatamente o que aconteceu.
A verdade é que você esqueceu.
Esqueceu que brincava num balanço nos fundos da sua casa, esqueceu que uma vez teve catapora e foi para casa mais cedo. Esqueceu da horta, do barulho do rio nos fundos do quintal e da briga dos pais, abafada pelo som das suas próprias lágrimas. Esqueceu o nome daquela professora que te ensinou a contar de 1 a 10, daquela pessoa que você achava que amava na quarta série.
Para e reflete, percebe que nada parece estar exatamente como você se lembrava, que enquanto você se preocupava em criar novas memórias, as velhas te escapavam.
E então, se lembra.
Um dia, você amou.
Qual era mesmo o nome daquela menina que estudava comigo no Fundamental?
A mente esquece, apaga, porque não há a necessidade de lembrar, é efêmero, passa.
Então você se vê perdido, não se lembra como chegar na casa em que morou quando era criança. Nem sabe se o lugar onde você está é o mesmo em que morava.
Aos poucos, fatos aleatórios vêm, sabe-se lá de onde, e você conta a mesma história que contava há dias, semanas, mas algo nela está errado, trocado, não é exatamente o que aconteceu.
A verdade é que você esqueceu.
Esqueceu que brincava num balanço nos fundos da sua casa, esqueceu que uma vez teve catapora e foi para casa mais cedo. Esqueceu da horta, do barulho do rio nos fundos do quintal e da briga dos pais, abafada pelo som das suas próprias lágrimas. Esqueceu o nome daquela professora que te ensinou a contar de 1 a 10, daquela pessoa que você achava que amava na quarta série.
Para e reflete, percebe que nada parece estar exatamente como você se lembrava, que enquanto você se preocupava em criar novas memórias, as velhas te escapavam.
E então, se lembra.
Um dia, você amou.
Ariel A. Carvalho
terça-feira, 12 de junho de 2012
A culpa é das estrelas
Eu já havia ouvido falar em John Green, principalmente porque sou fã do David Levithan, mas nunca tive curiosidade de ler nenhum de seus livros.
Então eu li alguma coisa na internet sobre "50 Shades Of Grey", que é um dos piores livros que eu já existiram na humanidade, e nesse mesmo site ou blog estava falando sobre "The Fault In Our Stars". É claro que eu já ouvira o nome, mas, quando li sobre ele, decidi que queria lê-lo.
Como começar?
Estava um pouco nervosa, porque tinha medo do livro me decepcionar, mas quando vi já estava na página 20 e completamente apaixonada pelo livro.
Não vi o tempo passar, e simplesmente não conseguia parar de lê-lo. Ri, chorei, me emocionei. Fiquei tão aflita que tive que parar algumas vezes, mas valeu MUITO a pena.
Além de ser muito bonito, John me fez chorar por ter posto um dos meus poemas favoritos, The Love Song Of J. Alfred Prufrock.
Comecei a leitura à tarde e terminei por volta das onze da noite, porque eu precisava terminá-lo.
Bom, o livro conta a história de Hazel Grace, uma garota com câncer no pulmão, e o que acontece com ela quando ela conhece Augustus Waters. Parece um pouco clichê e bobinho, mas acredite quando eu digo que a escrita de Green passa longe disso.
Completamente envolvente e ao mesmo tempo doloroso e divertido, "The Fault In Our Stars" é o tipo de livro que te deixa imerso na história, e você esquece completamente que não está vivendo a história de Hazel com ela.
Espero que todos que leiam gostem, e só uma dica útil: mantenha os lenços por perto.
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